Eu sou Guarani, sou Kaiowá, sou Tupi, sou Kalapalo, sou da terra, da pele vermelha , do corpo pintado de urucum. Sou do quilombo, da senzala, sou dessa terra que me acolheu, da pele negra, do corpo suado de trabalho. Sou de longe, portuguesa, italiana, árabe, nipônica, vim de navio, com a esperança estampada no corpo, com o medo do mar e a ansiedade do novo. Eu plantei, eu colhi, eu construí. Eu almejei a ordem e o progresso. Eu lutei. E eu continuo lutando. Porque eu sou do Brasil que tem em sí, todas as etnias e todas as lutas do mundo.
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| Foto por: Caroline "Caco" Cardoso. |

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